domingo, 3 de outubro de 2010

Pela Demcracia contra a Escumalha Xuxialista

In: TSF

Carvalho da Silva diz que greve estava a ser ponderada há algum tempo
Hoje às 00:35
O líder da CGTP revelou que a greve geral de 24 de Novembro já estava a ser ponderada há algum tempo e retomou a ideia que o ministro das Finanças é «inimigo do povo e da economia».

O líder da CGTP revelou, no programa Gente Que Conta, da TSF, que a greve geral marcada para 24 de Novembro já estava a ser ponderada desde há algum tempo.

«A decisão desta greve geral é uma construção muito complicada porque foi muito trabalhosa. Foi sendo feita aos bocadinhos conforme se foi reflectindo sobre a situação em que se encontram os trabalhadores e aquilo que se perspectiva para o futuro», explicou Carvalho da Silva.

O secretário-geral desta central sindical referiu ainda que constatou um «agravamento progressivo das condições de vida dos trabalhadores, reformados e desempregados» e do que vai surgindo que «limita as condições de vida de uma grande parte da sociedade e dos trabalhadores em geral».

«A reflexão para a possibilidade de avançarmos para isto vem de antes das férias. Quando a nível da União Europeia, em Maio/Junho, se debatia a possibilidade de uma luta conjunta que se realizou a 29 de Setembro fomos dos que defendemos que a luta devia ser mais ampla e que se deveria declarar greve em todos os países», acrescentou.

Nesta entrevista que é emitida na TSF no domingo a partir das 11:00, Carvalho da Silva não pôs de lado a possibilidade de novos pacotes de austeridade e retomou a ideia de o ministro das Finanças se ter tornado «inimigo do povo e da economia».

«Acho que é patético que um ministro das Finanças quase apelar ao sector privado para reduzir mais salários. Então, ele não quer mais impostos? Não quer os portugueses a contribuírem para a Segurança Social? Não quer mais emprego?», perguntou.

O líder da CGTP considerou mesmo que Teixeira dos Santos incorreu desta forma numa «aberração política do ponto de vista político» e mostrou que «não sabe interpretar o conhecimento para o pôr ao serviço do povo».

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