sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Armando Vara - Arguido

Limito-me a transcrever o que sobre esta personagem está escrito na wikipédia:

Armando Vara
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Armando António Martins Vara (Vilar de Ossos, Vinhais, 19 de Fevereiro de 1954) é um político português e administrador bancário[1]. Estudou Filosofia na Universidade Nova de Lisboa, tendo abandonado a universidade sem obter o diploma de licenciatura. Mais tarde obteve o diploma de licenciatura no Curso de Relações Internacionais na agora defunta Universidade Independente, três dias antes [2] [3] da sua nomeação para a Administração da Caixa Geral de Depósitos, cargo que deixou de exercer para assumir a presidência do Banco Comercial Português[4].
Um mês e meio depois de ter abandonado a Caixa Geral de Depósitos para assumir a vice-presidência do Banco Comercial Portugal foi promovido no banco público ao escalão máximo de vencimento, o nível 18, o que terá reflexos para efeitos de reforma [5].
[editar] Carreira política
Foi deputado à Assembleia da República nas IV, V, VI e VII Legislaturas.
Em 1991 foi candidato a presidente da Câmara Municipal da Amadora, tendo perdido para a CDU. Foi vereador durante algum tempo.
No governo de António Guterres foi primeiro a secretário de Estado da Administração Interna (1995-97), depois a secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna (1997-99).
Após a vitória eleitoral do PS em 1999, tornou-se ministro adjunto do primeiro-ministro (1999-2000), com os pelouros da juventude, toxicodependência e comunicação social.
Vara recorreu ao director-geral do GEPI (Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações do Ministério da Administração Interna) e a engenheiros que dele dependiam para projectar a moradia que construiu perto de Montemor-o-Novo[6][7].
Em 2000, passou a ministro da Juventude e Desporto.
Ainda em 2000 viu-se forçado a pedir a demissão ao surgirem notícias sobre alegadas irregularidades cometidas pela Fundação para a Prevenção e Segurança, que fundara no ano anterior, quando era secretário de Estado, processo que seria posteriormente arquivado.
Em Outubro de 2009, mantendo a sua honestidade característica, Armando Vara é um dos 12 arguidos constituídos no âmbito da operação Face Oculta desencadeada pelo Departamento de Investigação Criminal de Aveiro[8].

O Futuro dirá certamenete algo mais...

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Sorrisos

Ao olhar para esta foto, tenho vontade de chorar e não de rir. Coitado de mim e dos naturais do meu pais que tem nas mais altas instâncias do poder sorrisos destes.

Como é que nos vamos ver livres destes cromos? Aceitam-se propostas. A melhor será galhardoada com o prémio "Porreio pá!"

terça-feira, 27 de outubro de 2009

TVI desvenda mistério do êxito do MIETZ nas eleições em Estremoz

Entrevista da TVI a um dos eleitores representativo do universo dos votantes no MIETZ em Estremoz:

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Este país tem ministros que nem sabem falar

Começamos bem!



"...Todos os governos são para quatro anos, são eleitos para isso..."(*)
Helena André, a ministra do Trabalho e da Solidariedade Social (na última foto), desconhece que os ministros não são eleitos, o que é grave. Ou não sabe o significado de "eleitos", o que é também muito grave.
E assim razão tem quem diz: "...No meu tempo, os alunos com a quarta classe davam menos erros do que alguns ministros agora..."(**)

(*) - Helena André em declarações no Telejornal de 2009/10/26.
(**) - Medina Carreira em entrevista ao Expresso em 2009/10/24.

domingo, 25 de outubro de 2009

Encerrado o processo directo das eleições autárquicas em Estremoz

Com a realização do acto eleitoral em S. Bento de Ana Loura, culminou o processo de eleição directo para a autárquia estremocense no que respeita às eleições autárquicas de 2009.

Vão de seguida ter lugar a eleição indirecta dos membros da Junta de Freguesia (para além do presidente) e das Mesas das Assembleias de Freguesia e da Assembleia Municipal. O que ocorrerá muito em breve.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Os Rosinhas no Poleiro

Estes são os Rosinhas que Pinto de Sousa escolheu para nos tempos mais próximos, e durante não se sabe quanto tempo, assentarem arraiais no Poleiro para implementarem a política dos xuxas:

Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros: Luís Amado
Ministro de Estado e das Finanças: Teixeira dos Santos
Ministro da Presidência: Pedro Silva Pereira
Ministro da Defesa Nacional: Augusto Santos Silva
Ministro da Administração Interna: Rui Pereira
Ministro da Justiça: Alberto Martins
Ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento: Vieira da Silva
Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas: António Serrano
Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações: António Mendonça
Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território: Dulce Pássaro
Ministra do Trabalho e da Solidariedade Social: Helena André
Ministra da Saúde: Ana Jorge
Ministra da Educação: Isabel Alçada
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Mariano Gago
Ministra da Cultura: Gabriela Canavilhas
Ministro dos Assuntos Parlamentares: Jorge Lacão
Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros: João Tiago Silveira

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Caim!... Caim!... Caim!...

Caim!... Caim!... Caim!...

O mesmo é dizer:

Ladrem!... Ladrem!... Ladrem!...

Os cães ladram e a caravana passa.

In: Página Oficial de Mário David (deputado ao Parlamento europeu eleito nas listas do PSD) - Saramago: Já Chega!

"José Saramago, há uns anos, fez a ameaça de renunciar à cidadania portuguesa. Na altura, pensei quão ignóbil era esta atitude. Hoje, peço-lhe que a concretize... E depressa! Tenho vergonha de o ter como compatriota! Ou julga que, a coberto da liberdade de expressão, se lhe aceitam todas as imbecilidades e impropérios?
Se a outorga do Prémio Nobel o deslumbrou, não lhe confere a autoridade para vilipendiar povos e confissões religiosas, valores que certamente desconhece mas que definem as pessoas de bom carácter."

Enquanto o PSD estiver infestado de gente desta, não haverá alternativa ao PS. Porque é que este tipo não se candidata pelo PNR? Tenho vergonha de ter gente desta a dizer-se representante do meu país no Parlamento Europeu.

Mas a Lucidez existe In: WEHAVEKAOSINTHEGARDEN

"Goste-se ou não da pessoa, goste-se ou não da escrita, quem não gosta nada é a igreja. Zangam-se, e zangam-se porque sabem que o que ele analisa de forma racional, lógica e cientifica o seu livro sagrado e facilmente mostra exemplos de como aquele Deus, que o homem criou, é cruel e mau. As contradições e discrepâncias são mais que muitas e facilmente evidenciadas. Contra isto, tudo o que a igreja pode argumentar é a Fé cega e irracional. Por isso se zanga, como sempre se zangou quando alguém a ousa questionar. Que se zanguem, mas não chateiem."

E até num pequeno burgo, em Estremoz, Kruzes Kanhoto dá espaço ao debate e abre a comentários de terceiros In: A "coragem da velha carcaça"

"Não gosto da obra de José Saramago. Tentei lê-lo muito antes de se imaginar que o homem pudesse um dia ser laureado com um Nobel e, confesso, desisti. Também não gosto de o ouvir falar. Embora, felizmente, as suas aparições televisivas sejam raras, o homem tem por hábito despejar um chorrilho de disparates que, não sendo de estranhar em pessoas da sua idade, não parecem próprios de alguém que tem um certo prestígio a salvaguardar.
Gostei, no entanto, das declarações que o dito escritor proferiu ontem em Penafiel por ocasião do lançamento do seu último livro. Não porque conheça a Bíblia, foi livro que nunca me despertou qualquer tipo de curiosidade, mas sim pela frontalidade, descaramento vá, com que Saramago se referiu à religião e à escravatura do homem perante um suposto Deus que um dia alguém se lembrou de inventar. Pode tê-lo dito de forma arrogante e apenas com a intenção de promover a sua obra através da criação de um polémica artificial mas, apesar disso, foi, quanto a mim, uma daquelas verdades inconvenientes que alguém tinha de dizer."

A presente situação faz-me lembrar um distinto xuxialista eborense que a propósito de Saramago dizia há uns tempos: Não gosto! Não leio! (próprio da pobreza de espirito dos xuxas - como pode não gostar se não lê?).

De um lado chove de outro faz vento. Porque será que as verdades incomódam esta gente (Mário David - laranja podre e Monarca Pinheiro - rosa murcha).

Mais do que o homem interessa-me a obra. E a obra de José Saramago contribui para despertar consciências neste nosso país à beira mar plantado.

Vou ler o seu último livro "Caim" e pela polémica que já está instalada o mesmo promete.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Vivemos uma hora difícil

Permitam que subscreva um texto retirado do NotíciasAlentejo.pt.
Permitam ainda que não cite já o nome do seu autor, e o faça sómente mais tarde.
Isto, porque mais importante do que quem diz é o que se diz.
E a importância de quem diz depende do que diz.
E como é importante o que diz é por tal importante quem diz.
Fico-me por este trocadilho de o "que diz" e "quem diz".
E continuo na minha máxima:
A importância não está em "quem diz" mas no "que diz".

Vivemos uma hora difícil
É evidente para o comum das pessoas que a hora histórica que estamos a viver é complicada. À escala mundial. Começando por nós, estamos a sentir na pele as consequências da displicência com que encarámos a entrada na democracia e a integração na CEE, hoje União Europeia. Enquanto povo, parece que pensámos que o simples facto de passarmos a integrar o clube das democracias representava a posse de um passaporte para o paraíso, sentimento que se acentuou com a chegada torrencial dos fundos comunitários da fase da fartura, em cujo preço e consequências onerosas não pensámos. Foi o “fartar, vilanagem” das palavras derradeiras do Conde de Abranches, na batalha de Alfarrobeira, ao lado do Infante D. Pedro. Esbanjámos até que mais não. Viciámo-nos no esbanjamento. Aí estamos agora de cinto apertado, de cinto a apertar até quase à asfixia, que é a situação em que nos encontramos.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Corrupção?



Não! que ideia!...
Estes tipos são uns publicitários.

in: Site da TVI http://www.tvi24.iol.pt/
Fax fala em dois milhões de libras em «luvas»
O fax é altamente confidencial. Foi escrito a 17 de Dezembro de 2001, um dia depois das eleições que levaram à demissão de António Guterres e consequente queda do Governo do Partido Socialista.

Altamente confidencial
17 de Dezembro de 2001

Ric Dattani
Freeport plc
Cc. Gary Dawnson

Caro Ric,

Na sequência da nossa conversa telefónica a semana passada, e tendo acabado de voltar de Portugal onde estive 5 dias, posso fazer os seguintes comentários que espero que sejam úteis para si.

1. Um Estudo de Impacto Ambiental é um trabalho bastante substancial (de peso) que envolve várias autoridades. É de conteúdo principalmente técnico.

2. Se estamos face a uma possível rejeição (chumbo), é pouco provável ser possível inverter uma tal decisão seja em que circunstância for, a dois dias da sua rejeição (chumbo) formal por parte do Ministro do Ambiente. Antes do suborno

3. O Ministro do Ambiente, Eng.º José Sócrates, é considerado como um dos pilares do Governo PS e é tido como a integridade em pessoa. Confirmado por outros

4. Os efeitos dos acontecimentos do fim de semana, com os revezes sofridos pelo PS, nomeadamente nas eleições autárquicas, incluindo Lisboa, e a demissão do Governo Guterres significam que Sócrates deixou de ser Ministro do Ambiente e que vai haver um compasso de espera (empate, “stall” no texto original) de quatro ou cinco meses até que seja eleito um novo Governo e seja nomeado um novo ministro, vistos os resultados de novas eleições.

5. É óbvio que o encorajo / sugiro-lhe que apure as razões técnicas da rejeição / do chumbo do seu EIA e que determine as áreas em relação às quais as diferenças podem ser esbatidas, ou em relação às quais se podem lançar pontes que colmatem as diferenças.

6. Encorajo-o / sugiro-lhe que sonde / tome o pulso / apalpe o terreno fora da equipa local por forma a perceber / compreender / determinar / de forma independente o que é que pode ter corrido mal – e ver / verificar se tal vai ao encontro das informações que lhe são fornecidas pela equipa local. Uma visita pessoal à DRAOT ou a quaisquer autoridades que tenham tido a sua palavra a dizer / que tenham tido peso / pode frequentemente render dividendos na compreensão do problema.

A mudança política irá atrasar o processo nos seus termos na parte de planeamento e meio ambiente, mas pode-se /deve-se despender um tempo precioso no determinar das causas de rejeição e nas medidas de correcção aceitáveis.

O conteúdo desta comunicação é confidencial para aqueles a quem é dirigida. A sua finalidade é (tão só) partilhar experiências de mercado com um colega membro PUKCC num sector equivalente

Cumprimentos

Keith payne

Jonathan, este é o fulano que me telefonou e sabe do suborno de 2milhões de libras, sublinhei algumas partes interessantes a partir doponto 4. Se o parlamento é dissolvido até às eleições, o Secretáriode Estado não pode aprovar nem rejeitar nada.

Ric

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Ensaio sobre a Lucidez

Decorridos os últimos actos eleitorais recordo-me do Livro de José Saramago "Ensaio sobre a Lucidez", que muitos apelidaram, quando saiu, de um "Convite ao Voto em Branco". O Livro é muito mais que isso, é a manifestação de descontentamento dos eleitores com os governantes, é o que está para acontecer em Portugal com a continuação dos Xuxialistas no poder.

Num país qualquer, num dia chuvoso de votação, poucos eleitores compareceram para votar, durante a manhã. As autoridades eleitorais, preocupadas, chegaram a supor que haveria uma abstenção gigantesca. À tarde, quase no encerramento da votação, centenas de milhares de eleitores compareceram aos locais de votação. Formaram-se filas quilométricas, e tudo pareceu normal. Mas, para desespero das autoridades eleitorais, houve quase setenta por cento de votos em branco. Uma catástrofe. Evidentemente que as instituições, partidos políticos e autoridades, haviam perdido a credibilidade da população. O voto em branco fora uma manifestação inocente, um desabafo, a indignação pelo descalabro praticado por políticos pertencentes aos partidos da direita, da esquerda e do meio. Políticos de partidos diferentes, mas de actuações iguais, usufruindo de privilégios que afrontavam a população. Os eleitores estavam cansados, revoltados. Os governantes, sentindo-se ameaçados, trataram de agir em nome da ordem, perseguindo, prendendo, maltratando, eliminando. Alguns que viveram os horrores da cegueira branca, novamente sofreram. Os governantes, preocupados em salvar a própria pele, em garantir o poder, não perceberam que a cegueira branca de outrora, demonstrativo de que há muito o homem estava cego, tinham paralelo com o voto branco de agora, indicativo de que a população não perdera a lucidez. Estranhamente, não houve uma mobilização para o facto.

A partir daqui desenvolve-se a trama do livro: o governo e as autoridades deixam a cidade entregue a si própria, abandonando-a e isolando-a. Acabarão por entrar em cena os mesmos personagens da obra Ensaio sobre a cegueira, pelo que se aconselha o leitor a fazer uma leitura desta obra antes de proceder à leitura de Ensaio sobre a Lucidez. Neste livro, Saramago desenvolve uma crítica mordaz às instituições do poder político: sob a democracia podem estar vetores de natureza autoritária - lúcido é quem os enxerga. Nas eleições legislativas de 2004 em Portugal, algumas organizações apelaram ao voto em branco, aparentemente na sequência da idéia de Saramago.

domingo, 18 de outubro de 2009

Quase concluída a fase pública das eleições autárquicas em Estremoz

Em Santo Estêvão, freguesia com apenas 93 eleitores, o plenário de eleitores, escolheu hoje os seus autarcas sendo eleito presidente da Junta de Freguesia o Independente Mariano Dias.

No plenário de eleitores realizado hoje em São Bento de Ana Loura registou-se uma situação de empate técnico que não permitiu a eleição pelo que no próximo Domingo, dia 25, será repetido acto eleitoral nesta freguesia que tem somente 33 eleitores.

Está pois quase encerrado o envolvimento directo dos cidadãos eleitores no processo eleitoral autárquico no Concelho de Estremoz (com os plenários de cidadãos em Santo Estêvão e São Bento de Ana Loura) o desfecho e a composição dos órgãos autárquicos é o seguinte:

AM:
IND 3035 PS 2780 PPD/PSD 1287 PCP-PEV 1066 CDS-PP 211 BE 211
ELEITOS:
IND 8 + 5 PS 7 + 3 PPD/PSD 3 + 2 PCP-PEV 3 + 2
(falta o presidente da Junta de S. Bento Ana Loura)
PRESIDENTE:
(a eleger na primeira reunião da AM)
(estão considerados os eleitos directamente e adicionados os presidentes de junta)

CM:
IND 3577 PS 2867 PPD/PSD 979 PCP-PEV 932 CDS-PP 163 BE 113
ELEITOS:
IND 3 PS 3 PPD/PSD 1
PRESIDENTE:
IND (Cabeça de lista)
VEREDORES: C/PELOUROS (A atribuir pelo Presidente da Câmara)

AF:
PS 2748 IND 2593 PPD/PSD 1757 PCP-PEV 1313 CDS-PP 170
ELEITOS:
PS 34 IND 24 PCP-PEV 17 PPD/PSD 14
PRESIDENCIAS:
IND. 4 + 1 PS 3 PCP-PEV 2 PPD/PSD 2
(falta S. Bento Ana Loura)
SECRETÁRIOS E TESOUREIROS: (A eleger em AF)
(estão considerados os eleitos directamente e adicionados os escolhidos em plenário de eleitores)

Urbanização do Rossio em Estremoz

O futuro do Rossio em Estremoz:

A maior praça da cidade de Estremoz, e segundo muitas opiniões a maior praça de uma povoação, vila ou cidade portuguesa, tem a designação de Rossio Marquês de Pombal, surgindo por vezes com a designação de Rossio de São Brás, o que deve ser uma incorrecção pois o espaço que aparece por vezes designado por Rossio de São Brás é o espaço actualmente ocupado pelo Jardim Publico.

Das décadas de 60 e 70 existe um projecto de urbanização para o Rossio que prevê a abertura de uma linha de água, no local de um antigo ribeiro que correria no sentido do Sátiro para o Gadanha, alimentado por uma nascente existente na zona do cruzamento da Rua dos Telheiros com a Rua das Portas de Santo António. Este projecto ficou entretanto na gaveta.

Durante os últimos mandatos da CDU na presidência da Câmara foi feita a deslocação do Monumento aos Combatentes da Grande Guerra bem como o calcetamento do Rossio. E algumas plantações de novas árvores bem como o arrelvar da envolvente.

Existe actualmente um projecto cuja responsabilidade é atribuída ao PS durante o ultimo mandato na presidência da Câmara que prevê a implementação de uma nova via de trânsito entre o Café Alentejano e o Antigo Hospital mantendo-se, ao que parece, a actual via de trânsito junto ao mercado. Este projecto é fortemente combatido pelas forças vivas da cidade e espera-se que não venha a ser concretizado dada a perda da presidência da Câmara pelo PS.

Quanto ao projecto da actual Câmara Municipal, procuramos no programa disponível na Internet e o que encontramos foi: "Analisar a viabilidade das principais obras em curso (projecto de requalificação do Rossio Marques de Pombal, Mercado encravado junto à Câmara Municipal, estudo …" ou o mesmo é dizer nada.

Numa recolha efectuada no mercado de Sábado junto dos estremocenses era voz corrente que dado o facto do calcetamento não ter tido os resultados pretendidos apresentando alguns inconvenientes o que estará previsto para o Rossio é a plantação de uma vinha que permita a produção de uvas em quantidade suficiente para a produção de vinho de forma a colmatar a falta que começa a existir no comércio local.

Dizem por ai que está inclusive previsto o regresso da PSP para o edifício da Câmara Municipal para assegurar a guarda das uvas que irão dar origem ao precioso néctar.

Para terminar voltamos ao inicio deste artigo, no que se prende com a designação do espaço que passará ser Rossio de São Baco (deus da mitologia grega). Assim à Divindade (Sátiro) e ao deus Saturno (Gadanha) junta-se o São Baco (Máurio).

Numa zona ainda não definida será colocada uma estátua de Máurio desconhecendo-se ainda quem vai ser o escultor responsável pela feitura da mesma. O caderno de encargos parece que prevê algo de simbolize o cruzamento de um humano com um cacho de uvas conforme foto inspiradora:

sábado, 17 de outubro de 2009

In o "Sol" - Alunos do Liceu Camões arrasam legado de Lurdes Rodrigues

O representante dos alunos do Liceu Camões destacou-se hoje durante as comemorações dos 100 anos da escola ao tecer duras críticas à política educativa, acusando a ministra da Educação de «tirar credibilidade à democracia».

Esta intervenção faz lembrar o agora deputado Alberto Martins quando era estudante em Coimbra, antes de ser Xuxialista.

Pedro Feijó, delegado dos alunos no Conselho Pedagógico do Liceu Camões, foi um dos participantes da cerimónia do 100º aniversário da escola, ao lado do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, além do director da escola e do médico João Lobo Antunes, um dos antigos alunos.

Pedro Feijó, que discursou de improviso, criticou o que disse serem os «entraves que foram postos à democracia nas escolas pelas novas políticas de Educação» e «a linha de orientação errada que a Educação tomou», acusações que não mereceram qualquer reacção da ministra no discurso que fez de seguida.

«O que o Ministério fez foi tirar credibilidade à democracia dentro e fora da escola», sublinhou.
Entre os exemplos que considera negativos das políticas educativas do Governo cessante, o aluno apontou o novo Estatuto do Aluno, considerando que, em vez de falar dos estudantes como «os agentes construtores da escola, fala como essas pessoas iguais e padronizados, que vêm às escolas apenas para fazer os seus testes e competir por um futuro que não é garantido e que devia ser um direito».

Outro exemplo daquilo que considerou «um dos maiores ataques à democracia» é o novo modelo de gestão das escolas, que «tira a representatividade e o poder aos estudantes e outras classes nos órgãos de gestão, dando-o a agentes exteriores à escola».

«Por melhor que essa colaboração pudesse ser, não podemos prescindir de direitos tão fundamentais como a eleição do director da escola e a elaboração do regulamento interno», sublinhou, motivando fortes aplausos entre a audiência.

Mas, para o jovem estudante, pior do qualquer lei, «foi a atitude do ministério».

«Desprezou manifestações com milhares de estudantes, só por sermos menores, como se por sermos estudantes de secundário não tivéssemos uma palavra a dizer. Desprezou abaixo-assinados, incluindo um com dez mil assinaturas de estudantes, que pediram a revogação destas leis. Desprezou manifestações com várias dezenas de milhar de professores que lutavam pelos seus direitos, pelas suas escolas», sustentou.
Vale a pena ver mais em: WEHAVEKAOSINTHEGARDEN

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

O sector terciário (comercialização) vai estagnar

Alguem bebeu o Vinho todo e agora não há para comercializar:

Beber! beber muito...


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

O futuro do sector secundário (produção) em Estremoz

Cultivam-se uvas para produzir Vinho:

Vinho! muito vinho...